sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O futuro chegou !

Recebi este email hoje e não poderia de compartilhar. Um belo video sobre o Tecnologia, Futuro, Possibilidades, Interactividade e ..... assistam.


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dê Atenção a quem Não Comprou

     Descubra os motivos dos insucessos e faça sua lição de casa. Os erros podem estar antes das vendas.
Toda organização busca a geração de negócios. A questão é que negócios não são feitos só de vendas, e ofertas não se constroem somente com base em bons preços. Mas a situação, infelizmente comum, é que muitas companhias acabam concentrando esforços somente nas práticas de vendas, esquecendo de outras ações tão ou mais importantes quanto atender, como: prestar serviços; agregar valor; cumprir as promessas da comunicação e dos vendedores; e acompanhar os clientes no pós-venda.

Além disso tudo, é preciso estar atento às vendas 'não realizadas', os chamados prospects atendidos - aquelas pessoas que tiveram contato com sua oferta e sua equipe, mas não compraram e não se transformaram em clientes. É preciso descobrir o porquê dessas 'não-vendas'. Pois o que toda empresa sabe é como, quando, quanto e porque ela vendeu. E o que muitas desconhecem são as vendas não realizadas e seus motivos. Ou seja, a real vantagem da sua proposta comercial e a verdade da sua estratégia de marketing.

Sim, a opinião do cliente é importante, mas não deve ser a única. Claro que ele, principalmente quando se transforma num usuário da empresa, torna-se uma fonte rica de informações. Mas se soubermos cruzar suas opiniões com as daqueles que tiveram contato com o produto/serviços, mas não compraram, poderemos chegar a uma visão muito mais crítica e refinada da atuação da companhia no mercado.

É assim como acontece na vida, na qual aprendemos muito com os erros e os insucessos. Descobrir os motivos da 'não-venda' traz impressões novas e interessantes que suscitam mais auto-análises do que corriqueiros sucessos nas vendas.

O desafio é entender por quê o interessado e o atendido não comprou. Algumas das razões possivelmente levantadas:
• Não comprou por meras questões comerciais e financeiras;
• A responsabilidade foi totalmente da área de vendas;
• A culpa foi da alta gestão que em algum ponto - desenvolvimento de uma boa proposta com ofertas competitivas e vantajosas, produtos diferenciados e bem posicionados, política de preço adequada ou um bom apoio de comunicação institucional e promocional - falhou.

Óbvio que a equipe de vendas tem que fazer sua parte com vendedores competentes, bem treinados e capacitados para cumprir suas metas, mas será que a companhia também está cumprindo seu dever?

É fácil cobrar e esperar que esses profissionais resolvam problemas que não foram tratados pela cúpula da empresa - o melhor é perceber que nem as aplicações eficientes das técnicas de vendas podem salvar propostas sem diferenciação, sem atrativos e sem vantagens frente aos concorrentes.

Então escute seus clientes, mas, mais ainda, escute seus prospects atendidos e compreenda como seu negócio é percebido. E faça sua lição de casa. Só assim a área de vendas terá boas argumentações, as técnicas serão eficazes e os negócios acontecerão. O papel do marketing é potencializar o trabalho de vendas. Portanto, a venda não é causa, e sim competência da gestão de marketing. Dê mais atenção a todo o processo.

Postado por: Rogério Vianna
Escrito por: Marcelo Miyashita em 13/03/2006
Artigo extraído de: www.portaldomarketing.com.br

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Reformulação no pagamento do Aviso Prévio !

    A Câmara dos Deputados aprovou e encaminhou à sanção presidencial, no último dia 21 de setembro, o projeto de lei nº 3.941/89, de autoria do Senado Federal, que prevê a ampliação gradual do período de aviso prévio concedido ao empregado demitido sem justa causa, até o máximo de 90 dias.
De acordo com o projeto de lei, o aviso prévio previsto no artigo 7º, XXI, da Constituição Federal, e no artigo 487 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que hoje, por falta de regulamentação específica, é, via de regra, de 30 dias, poderá ser triplicado, chegando a depender do tempo de serviço prestado ao mesmo empregador.
O período de pré-aviso obedecerá ao dispositivo constitucional que o prevê (7º, XXI, da CF/88), sendo, portanto, proporcional ao tempo de serviços prestados, e seu cálculo se dará da seguinte forma: para os empregados com até um ano de trabalho na empresa, o aviso será de 30 dias. A esse montante, no entanto, serão acrescidos três dias para cada ano a mais trabalhado, limitando-se ao total de 90 dias. Ou seja, para que um empregado tenha direito ao “teto” do aviso prévio ele terá que trabalhar para o mesmo empregador por, no mínimo, 20 anos.
A medida trará inegáveis benefícios aos empregados, uma vez que eles irão dispor de mais tempo para procurar outro emprego em razão da rescisão imotivada de seu contrato de trabalho. Além de ter, em caso de aviso prévio indenizado, todo o período integrado a seu contrato de trabalho para todos os fins.
Por outro lado, há de se reconhecer que o empregador também será beneficiado pela nova lei em caso de pedido de demissão por parte de seus empregados, pois terá o tempo a seu favor na busca pelo preenchimento da vaga do empregado que queira pôr fim imotivadamente à prestação de seus serviços.
Pois bem. Caso o projeto de lei seja sancionado pela presidente da República, obviamente a nova lei passará a vigorar a partir, provavelmente, de sua publicação.
Ocorre que no Supremo Tribunal Federal (STF) estão em vias de serem julgados vários Mandados de Injunção, que visam à declaração, por parte do tribunal, de omissão legislativa no tocante à regulamentação do aviso prévio proporcional ao tempo de serviço. Omissão essa que resultou na impossibilidade de gozo, pelos impetrantes, de um aviso prévio justo e proporcional, como bem prescreve a Constituição.
Os julgamentos de tais ações foram iniciados em junho desse ano. Mas, antes de sua conclusão, o projeto de lei que regulamenta o aviso prévio nos, moldes acima descritos, foi aprovado pelo Congresso Nacional e enviado à sanção presidencial. E agora, segundo o ministro do STF Gilmar Ferreira Mendes, a Corte poderá aplicar aos casos sob sua apreciação – em que empregados já dispensados pleiteiam pagamento da diferença proporcional de seu aviso prévio da época em que foram dispensados, em relação a seu tempo de serviço – as regras trazidas pela nova lei. Isso leva a crer que o STF irá possibilitar a retroatividade de uma lei, o que é vedado, a priori, pelo ordenamento jurídico pátrio.
A intenção da Corte Suprema merece ser analisada, uma vez que dá a impressão de que o tribunal irá determinar a aplicação, nos casos concretos sob sua apreciação, que a princípio necessitavam de uma declaração de uma omissão legal, de dispositivos de uma lei que supriu a tal omissão.
Primeiramente, insta ressaltar que o objeto do Mandado de Injunção é uma omissão legislativa que impossibilite o exercício de um direito constitucionalmente garantido (art. 5º, LXXI, CF/88). Tem-se, pois que, a partir do momento em que tal omissão for extinta, por questão lógica, tantos quantos forem os Mandados de Injunção que visem à declaração da omissão outrora existente perderão seu objeto, perderão sua razão de ser, já que a omissão foi sanada, possibilitando o exercício do direito pretendido.
Com efeito, pode-se concluir que os Mandados de Injunção que versam sobre omissão legislativa em relação ao aviso prévio perderão seu objeto após a sanção da lei. E por isso mesmo tais processos deveriam ser extintos sem resolução do mérito, nos termos do art. 267, VI, do Código de Processo Civil (CPC).
Ademais, mesmo que se entenda que os Mandados de Injunção não perderiam seu objeto diante da edição da lei, fazendo-se necessária sua apreciação e julgamento pela Corte constitucional, as disposições legais não poderiam ser aplicadas a casos passados. Ou seja, não poderiam ser aplicadas retroativamente, sendo certo que somente os casos presentes e futuros poderiam ser por elas regidos, sob pena de serem feridos os princípios constitucionais da segurança jurídica, da legalidade, do direito adquirido (dos empregadores) e da irretroatividade da lei.
Conclui-se, portanto, que as novas regras sobre aviso prévio só devem ser aplicadas aos casos ocorridos após sua publicação e vigência.

Fonte: http://bagarai.com.br
Por: João Filipe Sampaio 
Publicado neste blog por Rogério S V Galli

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A MALDIÇÃO DO CEASA

                                      A Maldição do Ceasa

   Conta a lenda que, quando Deus liberou o conhecimento sobre o CEASA, determinou que aquele "saber" ficaria restrito a um grupo muito selecionado de sábios. Mas, neste pequeno grupo, onde todos se achavam "semi-deuses", alguém traiu as determinações divinas...
Aí aconteceu o pior! Deus, bravo com a traição, resolveu fazer valer alguns mandamentos:

Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.
Não verás teu filho crescer.
3º Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.
Terás gastrite, se tiveres sorte, pq se  não terás úlcera.
5º A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o china in box.
6º Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos.
7º Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5 anos de trabalho;
Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás.
9º Trabalho será teu assunto preferido, talvez o único.
10º As pessoas serão divididas em 2 tipos: as que entendem de CEASA e as que não entendem. E verás graça nisso.
11º A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te fará mais efeito.
12º Happy Hours serão excelentes oportunidades de ter algum tipo de contato com outras pessoas loucas como você.
13º Terás sonhos, com pedidos, expedição, recebimento,inventários e mais , resolverás problemas de trabalho neste período de sono.
14º Exibirás olheiras como troféu de guerra.
15º E, o pior...inexplicavelmente gostarás de tudo isso!
 E finalizando, deixo a nossa oração: 

 * ORAÇÃO
Sistemas que estais nas empresas
Carregado seja o Vosso Programa
Venha a nós os vossos transportes
Seja gerada a lista de
entregas
Assim no sistema como na operação
As entregas de cada dia nos dai hoje
Perdoai as nossas devoluções
Assim como nós perdoamos quando há diferenças e divergências
Não nos deixeis cair em Auditoria
E livrai-nos da Fiscalização


Não aguentei tive que postar, desculpe aos Ceaseiros.....
 Abraço a todos os companheiros e vamos levantar que está na hora de acordar, afinal já são quatro da manhã.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Elogio, um Santo Remédio. Use diariamente sem contra-indicações.

Muitas vezes, saltam aos nossos olhos apenas os defeitos de quem está ao nosso lado, e, raramente, tecemos algum comentário sobre suas qualidades.


As críticas – especialmente quando falta o bom senso nas palavras – tendem a criar uma barreira entre o casal. E a pessoa, por medo de ser novamente repreendida em seus atos, sente-se inferiorizada e, conseqüentemente, mais insegura, até mesmo diante daquele que poderia ser o seu apoio.
 
Em nossos relacionamentos, muitas promessas de mudança de comportamento, certamente, já tenham sido feitas, mas, infelizmente, poucas vezes cumpridas. Fazer uma série de cobranças a respeito daquilo que o outro não conseguiu, por via de regra, acaba se transformando em discussões que, raramente, poderão trazer algum resultado, exceto dores de cabeça e estresse.


Ofuscada pelas decepções, a pessoa criticada se sente a menor das criaturas e incapaz perante o outro. De forma que definir novas estratégias, para restabelecer a vontade em continuar com aquilo que lhe era um desafio, torna-se pesado demais…
 
Conseqüentemente, a decepção e toda uma carga de maus sentimentos parecem lançar por terra aqueles esforços investidos no compromisso. Assim como as más palavras destroem um caráter e corrompem as sementes das virtudes; as palavras cheias de benevolência aumentam nossa auto-estima, robustecem nossa autoconfiança e, de maneira especial, fortalecem nossos vínculos – muito mais do que bens ou presentes poderiam fazê-lo.
 
Todos nós, de alguma maneira, buscamos compensação para aquilo que fazemos. Nem sempre essas compensações precisam vir de um bem material.


Talvez, o início para se alcançar o cumprimento das metas e objetivos, numa vida a dois, esteja contido nas palavras mútuas de encorajamento ou em simples elogios, mesmo quando aquilo que foi prometido, anteriormente, tenha manifestado pequenos sinais de mudança.

Todos nós temos qualidades e podemos enaltecê-las por meio de elogios sem frisar tanto os defeitos, pois, se a pessoa que convive conosco mal percebe nossas qualidades, de quem poderíamos esperar tal reconhecimento?

O elogio faz com que a pessoa perceba que é notada e, uma vez valorizada, sua auto-estima cresce e tudo contribui para fortalecer os vínculos entre as partes.

Na verdade, estamos, por intermédio das palavras, encorajando nossa (o) companheira (o) a se empenhar ainda mais naquilo que ela (ele) está buscando ou se esmerar em outras tarefas, ratificando pelas palavras, o nosso voto de confiança.



Não se trata de fazer elogios vazios, faltando com a sinceridade.

Para as pessoa que gostamos, os elogios são indicadores de que nos importamos com ela e queremos o seu crescimento. São práticas simples e eficazes que não nos custam nada. Isso nada tem a ver com bajulação, que, freqüentemente, pode não passar de uma tentativa de manipulação das coisas ou situações para se obter certo benefício.

Não precisamos esperar nobres gestos para elogiar alguém que esteja ao nosso lado. Pequenos e sinceros comentários podem tornar o dia de quem gostamos muito mais agradável e não há contra-indicações, podendo ser aplicados em qualquer relacionamento.

Falar bem do outro, querer bem ao outro e promovê-lo é importante, pois, na verdade, os elogios são os aplausos aos esforços das mudanças, as quais são tão necessárias para se estabelecer o bom convívio.

Há muitas maneiras de mostrar a alguém o nosso carinho. E por que não acrescentar também a eficácia dos elogios?

Algumas situações podem ter outro desfecho, quando elogiamos, sinceramente, as pessoas naquilo que para elas tem sido motivo de esforços.

As empresas perdem seus melhores funcionários por falta de um gesto ou palavra de sua liderança. Você lider que nos lê, pense nisso e mude sua empresa.




Por Dado Moura
http://dadomoura.com

terça-feira, 1 de março de 2011

Escassez de mão de obra no Ceasa Uberlândia-MG

Em dezembro, o comércio varejista do país apresentou variação de 0,0% para o volume de vendas e 1,0% para a receita nominal, na relação mês/mês anterior com ajuste sazonal, indicando uma acomodação no que tange ao volume de vendas (após sete meses de resultados positivos) e crescimento da receita nominal de vendas pelo décimo segundo mês consecutivo. www.ibge.gov.br

Embora afetado pela crise econômica mundial no primeiro semestre, o setor imobiliário encerrará 2009 com um forte desempenho. Já para 2010, o mercado projeta um crescimento ainda maior. www.brasileconomico.com.br

Montadoras apostam em aumento de até 6% das vendas em 2010. Fim da redução do IPI e preços não afetarão o mercado, dizem executivos. Otimismo após crise vem acompanhado de novos investimentos. www.g1.com

As informações acima refletem o que podemos chamar como "O boom do crescimento". O mercado interno deve fazer com que 2010  e 2011 seja um dos melhores anos para a empregabilidade e para a renda do trabalhador comparando com os anos anteriores. Estima-se que mais de 2 milhões de empregos foram criados em  2010 a nível Brasil e em Uberlândia-MG esse número não é diferente. De acordo com o Sistema Nacional de Emprego (SINE Uberlândia), no ano de 2009 de Janeiro a Setembro 10.476 vagas foram ofertadas e 7.360 foram preenchidas ou  70% já em 2010 15.259 vagas foram abertas pelo sistema e somente 5.277 vagas foram preenchidas ou seja 34%. Com o aquecimento da econômia vários setores se mostraram promissores e com isso a  contratação de funcionários automaticamente aumentou e baseado na Econômia, lei da "oferta e da procura" a mão de obra ficou escassa e os salários maiores.

As empresas do setor da construção civil estão pagando melhores salários e oferecendo benefícios até então vistos como custos pelas empresas de Uberlândia e não como investimentos para retenção de funcionários. De acordo com dados fornecidos pelo SINE as empresas que estão pagando melhor estão com maior facilidade de contratar.

Um setor em especifico de Uberlândia passa por momentos de dificuldade na contratação de mão de obra para carga e descarga e que não necessita de qualificação, o CEASA. Hoje o CEASA Uberlândia conta  com 85 empresas estabelecidas, mais de 1800 empregos diretos, mas estes números são pequenos perto da necessidade atual. Com o crescimento demográfico das cidades que são abastecidas pelo CEASA Uberlândia e da própria cidade que fica acima da média brasileira que é 1,6% contra 2,5% somente de Uberlândia o número de funcionários contratados não acompanha estes dados, deixando a desejar na questão de atendimento.

Com a chegada de um novo pavilhão estimado para final de 2011, 52 novos boxes serão licitados e novas empresas serão abertas no CEASA Uberlândia com isso a  necessidade de novas contratações e um novo perfil para chegar a este profissional que hoje está muito mais exigente do que em épocas passadas e a questão é "do jeito que está não pode ficar".

Escrito por Rogério dos Santos Vianna Galli
Gerente de RH e Administrador da empresa
Vieira Tannús e Cia Ltda - CEASA Uberlândia-MG




segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Momento de Reflexão - O porco e o cavalo





Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça.

Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.

Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.

Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:

- Bem, seu cavalo está com uma virose, ? precisa tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.

Neste momento, o porco escutava toda a conversa.

No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:

- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.

O porco se aproximou do cavalo e disse:

- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer !

Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa!

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse :

- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:

- Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico!

Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu Campeão!

Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:

- Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa...

'Vamos matar o porco!'

Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.

Nem sempre alguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo

sucesso.

Saber viver sem ser reconhecido é uma arte , afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor ?

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:

AMADORES CONSTRUÍRAM A ARCA DE NOÉ E PROFISSIONAIS, O TITANIC.

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa de sucesso